Evolução

Evangelho do dia 13 de Março de 2017

Estamos neste mundo com objetivos estabelecidos pelo Criador de atingirmos a condição de sermos criaturas capazes de amar, servir, perdoar, entender, tolerar, enfim, nos esforçarmos ao máximo para nos aproximarmos da vivência dos ensinamentos de Jesus.

No livro Um modo de entender – uma nova forma de viver, de Francisco do Espírito Santo Neto, ditado por Hammed, encontramos uma belíssima mensagem, lição 12, com o título “Sofrimento”, que exemplifica bem as considerações que estamos fazendo quando diz: “Eu não sou sofredor. Eu estou sofredor”. Ser e estar são angulações diferenciadas que influenciam sobremaneira o psiquismo na estrutura da alma em evolução. Sofrer é, portanto, um sintoma que indica que a causa sou eu mesmo, por isso devo renovar-me… Renovar é a meta. “Você é arquiteto do seu destino.”

Buscar em nós mesmos as forças para esta renovação é o desafio a ser vencido. Condições e capacidades para tal todos nós possuímos. Fazer a opção certa só depende da nossa vontade!

Você não reencarnou a passeio. Reencarnou para cumprir objetivos evolutivos e aprendizados vários.
Portanto, é necessário assumir sua responsabilidade com sua vida e tomar as rédeas das suas decisões.
Você deve inovar em sua vida, gerar novas qualidades, novos aprendizados e renovar sua capacidade de ser justo.
Você não reencarnou a passeio. Mas, se evoluir, encontrará paz e satisfação que irão acalentar sua alma.
Não existe forma mais simples e eficiente de evoluir do que assumir plena responsabilidade pela própria vida e pelos resultados de suas ações.
O oposto da plena responsabilidade pessoal é o sentir-se vítima das circunstâncias e o desejo de colher o que não plantou da forma correta.
“Os homens semeiam na Terra o que colherão na vida espiritual: os frutos de sua coragem ou de sua fraqueza”. - Allan Kardec



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Os vícios na visão espírita

Evangelho do dia 20 de Fevereiro de 2017

“EM VERDADE,VICIADOS SÃO TODOS AQUELES QUE SE ENFRAQUECERAM DIANTE DA VIDA E SE REFUGIARAM NA DEPENDÊNCIA DE PESSOAS OU SUBSTÂNCIAS.”

O espiritismo nos revela que o vício também atinge o corpo espiritual, o períspirito - que é a matriz do corpo físico. Após o desencarne, advém a crise de abstinência, tal como aconteceria no plano físico. Os vícios morais naturalmente também acompanham o homem no além-túmulo. Esclarece-nos o Mestre: “Escutai e compreendei bem isto: - Não é o que entra na boca que macula o homem; o que sai da boca do homem é que o macula. - O que sai da boca procede do coração e é o que torna impuro o homem; - porquanto do coração é que partem os maus pensamentos, os assassínios, os adultérios, as fornicações, os latrocínios, os falsos-testemunhos, as blasfémias e as maledicências. - Essas são as coisas que tornam impuro o homem" ( S. Mateus, cap. XV, vv. 1 a 20.). Também observa: O que é nascido da carne é carne e o que é nascido do Espírito é Espírito. - Não te admires de que eu te haja dito ser preciso que nasças de novo. (S. JOÃO, cap. III, vv. 1 a 12.)
Por estas duas passagens, vemos que não é o corpo que torna o homem vicioso, é o espírito que reencarna com suas tendências, manifestando-as no decorrer da existência, e permanecendo com elas no modo em que estavam quando desencarnou.

Cada espírito, encarnado ou desencarnado, tem o seu padrão vibratório. O Espiritismo confirma que os semelhantes se atraem. O uso de álcool e outras drogas produz um atrativo irresistível para os espíritos que desencarnaram na condição de viciados nessas substâncias. Os desencarnados passam a acompanhar seus “amigos” encarnados quando estes fazem uso de drogas. Estimulam, neles, o uso cada vez mais contínuo e em maiores doses.



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Perdão

Evangelho do dia 13 de Fevereiro de 2017

Perdoar é esquecer?
Não. Perdoar independe de esquecer. Uma coisa nada tem a ver com a outra, são coisas distintas – até porque não somos alienados. Temos no cérebro uma memória que regista todos os fatos, por isto quem perdoa não tem que, necessariamente, esquecer do agravo sofrido. O que é preciso, na verdade, é esquecer no sentido de diluir a mágoa, a raiva ou o ressentimento que o fato gerou, caso contrário o perdão é superficial ou até mesmo ilusório.

"Se perdoardes aos homens as ofensas que vos fazem, também vosso Pai celestial vos perdoará os vossos pecados.” (Mateus, VI: 14)

Perdoar faz bem para o corpo e para a alma. Todos nós almejamos a felicidade e para ser feliz é necessário viver em harmonia, buscando a paz interior. Para isso é necessário manter a consciência tranquila e o coração livre de sentimentos negativos como o ódio, o rancor, a mágoa.



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Atitudes corretas no mundo atual

Evangelho do dia 23 de Janeiro de 2017

Segundo diversos ensinamentos espirituais, dentre os quais se destacam várias obras espíritas psicografadas, estamos todos participando – encarnados e desencarnados – do processo de transição planetária, em que as mais diversas formas de vida do mundo estão sendo selecionadas e aprimoradas com vistas à nova fase da Terra, que subirá um degrau rumo a novo patamar na hierarquia dos mundos, ao tornar-se planeta de regeneração.

As transformações que esta geração assiste, portanto, fazem parte desse processo, que elevará a Terra a um grau superior no concerto dos mundos, daí resultando melhor ambiente físico, moral e espiritual, para que nela possa habitar essa humanidade renovada.

Para que na Terra sejam felizes os homens, preciso é que somente a povoem Espíritos bons, encarnados e desencarnados, que somente ao bem se dediquem. Havendo chegado o tempo, grande emigração se verifica dos que a habitam: a dos que praticam o mal pelo mal, ainda não tocados pelo sentimento do bem, os quais, já não sendo dignos do planeta transformado, serão excluídos, porque, senão, lhe ocasionariam de novo perturbação e confusão e constituiriam obstáculo ao progresso. Irão expiar o endurecimento de seus corações, uns em mundos inferiores, outros em raças terrestres ainda atrasadas, equivalentes a mundos daquela ordem, aos quais levarão os conhecimentos que hajam adquirido, tendo por missão fazê-las avançar. Substituí-los-ão Espíritos melhores, que farão reinem em seu seio a justiça, a paz e a fraternidade. Transformação



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A fé e o seu poder

Evangelho do dia 12 de Dezembro de 2016

O vocábulo “fé” tem várias aceções. No sentido comum, significa a confiança do indivíduo em si mesmo, pois os que disso são dotados são capazes de realizações que pareceriam impossíveis àqueles que de si duvidam.

Do ponto de vista religioso, a fé consiste na crença em dogmas especiais que distinguem as diferentes religiões e sob esse aspeto a fé pode ser raciocinada ou cega. A fé cega, como o próprio nome indica, tudo aceita sem verificação, tanto o verdadeiro quanto o falso, e pode, obviamente, a cada passo, chocar-se com a evidência e a razão. Levada ao excesso, produz o fanatismo. Assentada no erro, cedo ou tarde desmorona.

“Tudo é possível àquele que tem fé”, ensinou Jesus, consoante lemos em Marcos, 9:23, afirmativa essa que demonstra a importância da fé em nossa vida e nos anima a tudo fazer por conquistá-la, certos de que, conforme asseverou Kardec, a fé não se impõe nem se prescreve, mas pode ser adquirida, não existindo ninguém que esteja impedido de possuí-la. Para crer é preciso, porém, compreender, porquanto – adverte o Codificador do Espiritismo – a fé cega já não tem lugar em nosso mundo.



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Natal e Espiritismo

Evangelho do dia 19 de Dezembro de 2016

De onde vem o termo Natal? Por que 25 de dezembro? Desde quando se comemora nesta data? Qual o espírito do Natal? Qual o significado dos presentes, das árvores e do Pai Natal?

Conta-se que Jesus nascera numa manjedoura, rodeado de animais. Um monge diz que isso não é verdade, pois como a casa de José era pequena para abrigar toda a sua família, o novo rebento deu-se no estábulo. Em termos simbólicos, a manjedoura revela o caráter humilde e simples daquele que seria o maior revolucionário de todos os tempos, sem que precisasse escrever uma única palavra. Os exemplos de sua simplicidade devem nortear os nossos passos nos dias que correm. De nada adianta dizermo-nos adeptos de Cristo e agirmos de modo contrário aos seus ensinamentos.

O espírito do Natal deve ser entendido como a revivescência dos ensinos de Cristo em cada uma de nossas ações. Não há necessidade de esperarmos o ano todo para comemorá-lo. Se em nosso dia-a-dia estivermos estendendo simpatia para com todos e distribuindo os excessos de que somos portadores, estaremos aplicando eficazmente a “Boa-Nova” trazida pelo mestre Jesus.



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